Mahou Tias #048 – Vitória!

Mahou Tias (Logo sob fundo verde)

As explosões paralisaram a todos, mesmo as plantas pareceram ficar confusas com o que tinha acontecido.

Vendo o estrago que a garota tinha causado, Vagner foi até as caixas de dinamite e começou a preparar os explosivos para serem usados.

Para Vagner acabou sendo melhor ficar parado mexendo nas bananas de dinamite, já que ele estava tendo dificuldades para se equilibrar com o pé deformado.

Estela passou a entregar granadas para Viviane, que se desviava dos disparos das plantas, se aproximava, e jogava as granadas em suas bocas.

O pai de Laura, que era um dos últimos a permanecer atirando, também colocou a arma de lado, agarrou o facão e foi cortar as plantas.

Então os últimos que ainda atiravam, também colocaram as armas de lado, para cortar as plantas com seus facões.

Mario se aproximou de Vitório, e viu que o homem estava coberto de sangue, ficando preocupado, pedindo para Vitório recuar:

– Vitório, olha seu estado! Vai fazer curativos!

Porem o homem respondeu com o silencio.

Faísca parecia estar aprendendo a controlar sua habilidade de voo, pois já aparentava ir para onde queria, apesar de fazer isso de uma maneira bastante torta.

Bolinha voltou para o combate, e passou a derramar água entre as plantas, tentando dificultar sua movimentação.

Jat por sua vez foi para o lado oposto da plantação, e começou a atear fogo indiscriminadamente nas plantas, tentando causar um incêndio.

Wind passou a fazer as plantas abatidas flutuarem com rajadas de vento, as jogando onde Jat ateava fogo.

A ideia estava surtindo efeito, as plantas abatidas começavam a queimar, e iam incendiando as plantas próximas a elas ou que tentavam passar por cima.

Quando as granadas acabaram, o número de plantas abatidas havia passado dos 400.

Agora Viviane lançava as bananas de dinamite, que não estavam atingindo as bocas das plantas, pois era mais difícil de fazer mira com aquela munição.

Porem mesmo assim, elas faziam estrago, já que eram mais poderosas que as granadas.

As explosões estavam abrindo buracos no solo, matando algumas plantas, ou quando não as matavam, as mutilavam fazendo com que elas caíssem.

As plantas demoníacas pareciam começar a se sentir encurraladas, pois as que estavam indo na direção da maior parte do grupo, se deparavam com ataques efetivos que as faziam recuar.

Porem na direção oposta vinham as plantas que fugiam do incêndio que Jat e Wind estavam tentando criar.

Alguns dos membros do grupo, foram para as laterais da plantação, para encurralar as plantas, mais ainda.

Eles sabiam que era um momento que devia ser aproveitado, pois as plantas começavam a pisotear umas as outras, além de acabarem se destruindo com seus próprios raios vermelhos.

Toda essa confusão fez com que o número de plantas abatidas chegasse rapidamente as cerca de 700.

Jat e Wind haviam conseguido, tinham criado um incêndio, que ia consumindo as plantas rapidamente.

Faísca atirava raios nas plantas que se embolavam, tentando fazer com que elas queimassem, porem o efeito estava sendo outro.

Bolinha estava transformando o miolo da plantação em um verdadeiro lamaçal. Então os raios estavam fazendo as plantas caírem, não abatidas, mas sem condições de se levantar por falta de apoio.

Vendo que o meio da plantação seria um lugar ruim para combate, o grupo recuou um pouco voltando a atirar.

Jat e Wind se focarem em começar um novo foco de incêndio no meio da plantação.

Ali elas tinham mais dificuldades de fazer as chames permanecerem vivas por causa da água, mas mesmo assim, o ataque era efetivo.

O incêndio que já havia se formado, começou a avançar para o meio da plantação, sendo mais efetivo nas partes secas.

Mais cinco minutos foram o suficiente para que o número aproximado de plantas abatidas passasse das 1500.

Ninguém estava acreditando, mais da metade das plantas já havia sido derrotada. A contagem deixou o grupo ainda mais focado, transformando os cinco minutos seguintes nos últimos da batalha.

Os últimos minutos não tinham sido tão fáceis, pois atacar as plantas naquele lamaçal, considerando o calor por causa do incêndio ao redor, estava muito difícil.

Eles tiverem que arremessar todo o estoque restante de dinamites para se certificar que as plantas do miolo enlameado estivessem abatidas.

Quando Vitório informou que havia acabado, Bolinha foi apagando o incêndio.

Todos começaram a se abraçar comemorando, gritando, pois apesar da baixa, apesar dos ferimentos eles haviam vencido. Todos os mortos nos massacres e decorrente das doenças causadas pelas pelúcias ladras, tinham sido vingadas.

O pai de Laura falou no comunicador:

– Filha! Conseguimos!!! Segue a fumaça que você acha a gente!

Porem não ouve resposta.

O homem entrou em pânico e começou a gritar no comunicador:

– Laura! Laura!! Laura!!!

A apreensão tomou conta de todos.

Alguns segundos de silencio se passaram até que eles escutaram palmas e passos. Quando olharam na direção do som viram uma mulher loira, bem atraente que trajava um top vermelho, saia preta e botas de salto, se aproximando.

Quando ela chegou perto perguntou, com uma voz jovem e familiar, que deixou todos arrepiados:

– Laura é a negra gordinha?

– Sim! – Disse o pai de Laura tremendo.

– Ah… Eu cortei a garganta dela.

Continua…


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