Mahou Tias #085 – Um Fim Inesperado

Logo Vermelho

– Como você sabia que eu estava aqui?! – Exclamou Raquel.

– Eu tava subindo com meu time, ai escutei duas explosões e coisas quebrando. Vim ver e achei você.

Raquel serrou os dentes rosnando, mesmo sua aura escudo tendo segurado muito do dano, ela sabia que a mulher a porta, era que mais facilmente havia derrotado seu bichinho.

Raquel ficou surpresa ao perceber, que o cipó que segurava a sua mão, vinha de uma árvore que estava atrás de Adubo.

Ao perceber que Raquel havia visto, adubo fez dezenas de árvores, pequenas e grandes entrarem loja a dentro.

A loja onde estavam, também era uma loja de roupas, mas ainda não era a de Jat.

Adubo fez as arvores arremessarem cipós, em Raquel a enrolando. No entanto, a bruxa usava sua aura para corta-los. Isso aconteceu seis vezes.

Ao invés de tentar segura-la, Adubo resolveu arremessa-la. No entanto a mulher também se desvencilhou e planou segura até o chão.

Percebendo a surpresa da oponente, Raquel fez uma série de gestos com as mãos, de onde saiam várias laminas que iam cortando as árvores.

As onze primeiras árvores foram destruídas.

Adubo ficou assustada, pois sabia que podia ser feita em pedaços se aquelas laminas a atingissem.

Raquel atirou mais laminas e Adubo se jogou não chão. Mais uma dezena de árvores foi destruída.

Adubo ordenou as quarenta árvores restantes, que se espalhassem e cercassem Raquel.

Raquel foi disparando laminas e destruindo as árvores, no entanto, essa técnica a cansou.

Adubo fez as duas árvores que lhe restavam enrolarem a bruxa com seus cipós, dos quais ela se soltava, mas não mais com tanta agilidade.

Em um dado momento, uma das árvores conseguiu arremessar Raquel sobre um conjunto de araras. Quando a bruxa se levantou estava com o nariz sangrando e torto.

Raquel também tinha pequenos cortes, arranhados e até queimaduras, que não haviam sido aparados por sua aura.

Controlar tantas árvores também foi minando a energia de Adubo, que fez as árvores restantes começarem a chicotear Raquel, que tinha que escolher entre ter uma aura, ou uma arma, já que não tinha mais energias para manter os dois.

Raquel optou por uma espada, e passou a cortar os cipós, porém, as árvores criavam outros, e assim, árvores e bruxa iam duelando.

Depois de alguns minutos de duelo, as árvores haviam morrido, Adubo e Raquel estavam exauridas de seus poderes.

Raquel caminhou apressada na direção de Adubo começando a soca-la. Adubo se defendia e tentava revidar, porem a bruxa era melhor.

Sangue começou a escorrer pelo rosto de Adubo que se virou para correr, abrindo a guarda.

Raquel a agarrou, aplicando um mata leão, até que Adubo sufocou e desmaiou. Mas a bruxa não soltou, ela continuou apertando.

Então, entrou, pela porta da loja, um homem de estatura média, com cabelo cortado como uma tigela, trajando calça jeans, sem camisa, usando um colete vermelho, e um cocar na cabeça. Ele trazia consigo um arco e uma aljava com flechas.

Ele se aproximou, de Raquel, que afrouxou a preção no pescoço de Adubo perguntando:

– Quem é você? E o que quer?

– Mim Ganu… – Respondeu o homem.

Ganu rapidamente sacou uma flecha colocou no arco e disparou atingindo o braço de Raquel, que largou Adubo, e foi atingida mais duas vezes, uma no coração, e outra na cabeça.

Quando Raquel caiu, Ganu estendeu a mão sobre ela, disparando chamas que começaram a queimar seu corpo.

Ganu afastou Adubo que estava acordando, e cochichou em seu ouvido:

– Não tem honra em matar oponente dormindo. Você e suas amigas são as próximas.

Após soltar Adubo, ele voou para fora da loja, e do shopping.

Continua…


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