Mahou Tias #094 – Uma Vitória Quase Certa

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No dia seguinte, após o almoço todos haviam ficado sabendo, que Viviane havia sido transferida para um quarto.

Stefani e Ricardo combinaram de ir visitar a garota.

Quando entraram no quarto, viram Viviane com cara de poucos amigos. Stefani perguntou o que estava havendo e a loira respondeu:

– Na UTI, tava todo mundo achando que eu tinha ficado com alguma lesão na cabeça, só porque eu tava tentando falar com os espíritos… Até fiz outra ressonância magnética.

Stefani e Ricardo, tiveram o mesmo pensamento, de como seria estranho em uma UTI, uma garota começar a falar com coisas que ninguém mais podia ver.

A controladora dos raios ficou feliz por Viviane ter superado os barulhos, e ter conseguido se concentrar, dizendo isso em voz alta.

Viviane riu deprimida, explicando que só teve dois pequenos momentos, pois nas duas vezes as enfermeiras a atrapalharam perguntando com quem ela conversava.

Debora olhou para a filha perguntando:

– Não foram três vezes? Mi disseram que você teve três alucinações.

– Na terceira eu tava quase chegando, ai uma enfermeira veio me da banho, e eu disse, de raiva, pra ela me deixa em paz, que eu tava tentando falar com Papai Noel.

Stefani e Ricardo caíram no riso.

Enquanto ria a garota sentiu seu celular vibrar, ela olhou encontrando uma mensagem que dizia:

“Novo ataque, encontro lugar da última vez”.

Stefani suspirou, e explicou que Ganu estava atacando, se despediu de Debora, Ricardo e Viviane e saiu, procurando um lugar para se transformar.

Após encontrar um beco que não tinha câmeras, ela se transformou e voou para o topo do Terra do Nunca.

Quando ela estava para pousar, as outras quatro, que já estavam no teto, saíram voando e fizeram sinal para que ela as seguisse.

Elas voaram até uma região industrial, que havia sido um dos motivos da fundação de São Nunca. Lá Ganu levava o terror ao prédio que era ocupado por uma montadora de tablets e smarphones.

Elas seguiram o rastro de destruição, e encontraram Ganu, incendiando uma dúzia de maquinas.

Ganu estava de pé sobre uma estrutura de metal, o que fez Faísca ficar com água na boca no momento em que disparou o raio na estrutura.

Ganu não havia notado a chegada das heroínas, e nem percebido a chegada do raio. Ele foi arremessado da estrutura, caindo tonto no chão.

Policiais que estavam próximos do local onde ele caiu, começaram a atirar, no entanto, as balas pareciam causar poucos danos a ele.

Wind falou no comunicador, que isso devia ser por causa dos poderes de cinco frutas.

Bolinha puxou Faísca pelo braço, voando na direção de Ganu. Ao chegar perto, a boneca o molhou, fazendo sinal para Faísca atirar outro raio.

A garota ficou com medo, pois isso poderia matar o homem. Aparentemente Bolinha imaginando o motivo da hesitação da garota gritou:

– Mata ele ou ele vai mata mais inocentes!

Faísca atirou, e Ganu quicou e saiu rolando.

O índio parecia derrotado, porem quando policiais foram algema-lo, ele se levantou, disparando fogo para todos os lados, e saiu voando, procurando uma saída do prédio.

As Mahou Tias o seguiram. Ganu parecia estar com medo de usar as ruas para despista-las, pois ele ficou voando por cinco minutos no ar, antes de descer, e de novo as despistar usando sua velocidade extra.

No topo do terra do Nunca Jat falou:

– O maldito não voou com toda a velocidade no alto, deixou para fazer isso depois que estivesse recuperado, ele só ficou nos enrolando.

– Ele é resistente. – Disse Adubo.

– Você devia ter usado seu grande raio! – Reclamou Bolinha.

Wind pediu calma, falando que nenhuma delas realmente estava pronta para matar, e que esse era um passo sem volta.

Isso pareceu satisfazer Bolinha.

Elas desceram do teto, se destransformaram em um canto onde havia um ponto cego e voltaram para suas casas.

Continua…


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