Mahou Tias #101 – O Casamento De Pamela E Augusto

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Era para ser um dia de felicidade, era para a alegria estar tomando conta de Pamela, no entanto era a tristeza que prevalecia.

Pamela até pediu para Augusto cancelar o casamento, mas ele não abriu mão disso.

Durante a cerimônia no cartório, Vagner e Tatiane foram substituídos como padrinhos de Pamela, por amigos de Augusto.

Depois que todos os papeis haviam sido assinados, e perante a lei Augusto e Pamela já eram considerados marido e mulher, o homem foi até a casa de Leidiane e pediu para falar com Vagner a sós.

Pamela acreditava que o marido iria pedir desculpas pela indelicadeza, e pediu desculpas para Leidiane, que respondeu:

– Não se preocupe, seu casamento tinha que ter acontecido… Um pouco de alegria nesse momento faz bem.

Augusto ficou cerca de uma hora com Vagner.

O marido de Pamela saiu chorando do quarto onde Vagner estava, já o viúvo, tinha uma expressão preocupada no rosto, que se acentuou quando olhou para Pamela.

Estela preparou um almoço farto, mas tímido pelo luto.

Ninguém esperava que Jessica, Leidiane, seus maridos e Vagner fossem, no entanto até Vagner resolveu ir. Ele explicou que Augusto o havia convencido.

Todos estranharam a atitude de Vagner, mas ficaram contentes. Tiago havia confidenciado a Otavio que temia que o irmão entrasse em depressão.

No almoço estavam presente os pais de Pamela, Jessica, Leidiane, e seus maridos, juntamente de Vagner, Viviane e os pais, Ricardo e os pais, e amigos de Augusto que haviam sido padrinhos e madrinhas.

Os pais de Viviane assinaram um termo de responsabilidade para que ela saísse algumas horas do hospital.

Ao contrário do que se espera em um almoço de casamento, a casa tinha um clima pesado e triste.

Vagner estava estranho, não era difícil o ver encarando os pais de Pamela.

Em um certo momento o pai de Pamela foi chamado por Vagner para ir até o quintal dos fundos.

Lá os dois passaram um tempo conversando e depois voltaram a mesa.

Stefani estava bastante cabisbaixa, ela ainda tinha uma grande culpa guardada em seu coração.

Já após o almoço, Vagner se dirigiu até o quintal da frente da casa de Otavio. Stefani aproveitou a oportunidade e o seguiu.

Os dois ficaram sozinhos do lado de fora. Vagner viu que lagrimas escorriam dos olhos de Stefani, e também começou a chorar.

Stefani se aproximou de Vagner falando:

– Desculpa… Eu devia te matado o Ganu, a culpa é minha.

– Vocês se distraíram, podia ter sido qualquer uma. – Falou Vagner.

– Se eu tivesse matado ele… – Falou Stefani tentando se controlar.

Vagner colocou a mão na cabeça da garota dizendo:

– Você acha que mata é fácil assim? Eu já matei, e não foi fácil apertar o gatilho quando eu decidi mata. Não se culpe por isso, pelo que me disseram, ele resistiu ao seu poder. Você deu o seu melhor eu sei.

Os dois se abraçaram e choraram juntos.

No fim do dia, Ricardo estava no quarto de Stefani com ela, todos já haviam ido embora.

O rapaz tentava consola-la, dizendo que a culpa não era dela, porém Stefani estava irredutível, ela sentia que a culpa era sua.

Quando Ricardo estava indo embora, ele a beijou, ela corou e falou:

– Eu só a fraqueza do Ganu… Eu vou controlar o grande raio, e vou me vingar dele, você vai ver…

Ricardo ficou assustado, pois Stefani tinha um olhar diferente, era um olhar decidido, o olhar de uma fera.

Continua…


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