Contos – Um Ataque Noturno

Contos - Três Quartos Cego Capa

A égua e a ave continuavam na casa da humana e seu companheiro.

A mulher continuava fazendo suas roupas, e o homem trabalhava a madeira.

Quando as amigas saíam com os três humanos, elas viam pessoas olhando torto para os três.

As amigas não gostavam dos sentimentos que as pessoas transmitiam enquanto olhavam. Eles emanavam energias ruins, que eram absorvidas pelos humanos.

Talvez por causa dessas más energias, o filhote ficou doente. A mulher colocava panos molhados no corpo da criança, que pareciam não fazer o efeito que a mulher esperava.

Vários outros humanos vinham até a casa, e davam coisas para a criança beber e comer.

Os dias foram passando, e para o espanto das amigas, o filhote melhorou, recuperando o ânimo e o vigor.

Mas o trio ainda estava sobre a influência negativa da energia emitida por alguns outros humanos.

No entanto, as amigas repararam, que os três também emitiam energias positivas, o que podia estar anulando o efeito negativo.

Mais algumas luas se passaram, com a égua sentindo o peso em sua barriga aumentar.

O parceiro da mulher, tratou da asa da ave, que passou a voar com bem menos dor.

O cinco eram felizes. As amigas haviam descoberto que haviam humanos com bons corações, e que não deviam odiar a raça humana como um todo.

Em uma noite, a mulher havia assado algum outro animal para o homem e o filhote.

Mesmo a égua e a ave não comendo outros animais, acharam o cheiro muito bom.

Depois que comeram, todos foram dormir.

Porém, um tempo depois, já na madrugada, as amigas começaram a escutar gritos pela cidade, cães latindo e coisas se partindo.

O casal de humanos, entrou no local onde as amigas ficavam, e colocaram o filhote sobre a égua.

Os cinco, saíram noite a fora correndo na direção oposta a dos gritos.

No entanto, os gritos começaram a vir de várias outras direções, até que os cinco se viram cercados pelos barulhos de agonia.

O homem sacou uma espada, se colocando na frente da mulher, que pegou uma lamina menor.

Ambos pareciam tentar proteger a criança no lombo da égua.

Então homens com pouca roupa apareceram quebrando e matando o que viam pela frente.

Um grupo deles veio na direção dos cinco. O homem se engajou em luta com dois deles.

Porem após perder um braço, o homem teve o peito atravessado pelos humanos invasores.

A mulher gritou, dando um tapa na bunda da égua para ela correr.

A ave indicou uma brecha, por onde os homens de pouca roupa, não vinham. A égua disparou com a mulher atrás dela.

A égua se sentia menos ágil que antes, provavelmente por causa do filhote que esperava.

Com a agitação a criança começou a chorar, mas a égua ignorou, e seguiu buscando brechas.

Um dos homens de pouca roupa se colocou na frente da égua, mas esta o atropelou e pisoteou.

A humana lhe deu palavras de elogio, e elas continuaram seguindo.

Para o desespero da mulher, uma flecha rasgou a noite atingindo a cabeça da criança, que parou de gritar, ficando inerte nas costas da égua.

A mulher entrou em desespero, parando de correr, sendo alcançada por um outro homem que lhe atravessou com a espada.

As amigas perceberam que haviam perdido tudo, novamente.

A ave saiu da cabeça da égua, e foi buscando um caminho na escuridão, guiando a égua com seus piados.

No fim, elas estava de volta na estrada, em disparada, rumo a um lugar mais seguro, com o corpo do bebê, chacoalhando nas costas da égua.


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