Contos – As Sete Mulheres

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Contos - Três Quartos Cego Capa

Agora Heleg já media um metro de altura, ela aprendeu a absorver a energia de vulcões. Ela disparava grandes rajadas de fogo, penas explosivas, e agora aprendia a controlar as chamas a distância.

Péya havia dominado o disparo de feixes de luz destrutivos, com a boca. Com as patas ela abria rachaduras no solo, e esfarelava pedras.

Os últimos 300 anos foram de bastante espera, mas ainda não haviam tido notícias de um bebê falante.

As duas também não tiveram mais encontros com Pégaso, Fênix ou os outros regenciatos.

As duas haviam tido poucos encontros com humanos. Elas sempre procuravam lugares afastados para ficar e treinar.

Péya estava descansando em uma caverna, quando Heleg entrou dizendo:

– Vi um grupo de mulheres se aproximando daqui.

– Com sorte, elas não chegarão até nós. – Respondeu a égua.

– Elas pareciam feridas. Elas estão procurando onde se esconder. – Contou a ave.

– Essa cadeia de montanhas é grande, seria muito azar elas chegarem onde estamos. – Constatou Péya.

Porém, como obra do destino, as mulheres acabaram entrando na caverna onde as amigas estavam.

Eram sete, e estavam tão afobadas, que só perceberam a presença das duas, quando literalmente trombaram com elas.

As intrusas recuaram de medo, porém uma delas, com traços orientais, deu um passo a frente se apresentando:

Me chamo Tamira. O que são vocês?

As amigas olharam atentamente as mulheres, notando, que eram de diferentes povos, dadas suas características físicas.

Também notaram ferimentos.

Ainda por fim, uma delas estava segurando um embrulho junto ao peito, com muita força.

As amigas se apresentaram dando seus nomes e dizendo o que eram.

Então o embrulho começou a se agitar e emitir sons.

Então a jovem loira libertou o embrulho, revelando um bebê.

Péya avançou questionando “Sohac?!”.

– Péya? É você? – Disse o bebê enrolado.

– Onde vocês encontraram essa criança? – Questionou Heleg.

– Nós, assim como es pais dele éramos escravos de um senhor de terras. Quando ele nasceu falando, o senhor mandou matar os pais, e o bebê. Mas nós achamos tão incrível que o pegamos e fugimos.

– Não foram perseguidas? – Questionou a égua.

– Os deuses estavam do nosso lado, poucas flechas nos acertaram. As que acertaram, pegaram de raspão. – Disse a mulher que segurava Sohac.

– Hum… Deuses… – Disse Heleg, começando a contar a história deles.

Após ouvirem a história, as sete, ficaram deslumbradas.

– Então nós fomos protegidas pelo Deus verdadeiro! Um ser acima dos deuses que conhecemos. – Disse a carregadora de Sohac.

A jovem colocou o bebê no chão, se apresentando como Amenida.

Então uma a uma se apresentaram;

Bredgit era negra. Famera era baixa e albina. Kelerina, tinha a pele cor de bronze. Zerida tinha os cabelos vermelhos. Já Gamerina, tinha cabelos loiro escuro.

Heleg derrubou algumas de suas penas, que as mulheres usaram para fazer uma espécie de cama para Sohac.

Heleg chamou Péya de canto questionando o que aquilo significava:

– O anjo não falou da aparição destas sete. Vamos ficar de olho, não dá pra saber se são aliadas ou inimigas.


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