GlaucOma #16 – Nasce Dora Azul

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Glauc na linha superior Oma na linha iferior. Texto Alinhado a esquerda, em azul, com contornos azul escuro, sobre fundo azul, não tão claro, com um par de olhos na divisa das linhas, alinhados a direita.

Oma contou aos pais e ao irmão, o que havia aprendido sobre a religião de Renata, o que deixou a família mais segura. Todos já haviam ouvido falar, e até sabiam da existência de espiritualistas, contudo, sabiam pouco sobre esta vertente espiritual, o que as vezes costumava assusta-los.

A família, era de orientação Catolica, porém, não eram praticantes constantes.

O fim de semana passou, e a foto não vazou. Oma julgou, que a Corça Prateada, devia ter atendido aos pedidos de Renata.

Oma ainda se perguntava, como as aves espirituais se relacionavam com Deus, santos e anjos. Um dia, questionaria isso a Renata, mas não agora.

A amiga, estava bem mais animada, ela aparentemente não considerava mais a divulgação da foto uma ameaça.

Também Roberto, parecia ter se aquietado, pois não atacava nem a garota fofinha, nem os irmãos Hercúleo.

Oma gostava de livros, gostava de histórias, mas tinha medo de compartilhar suas ideias. Na terça, durante uma conversa onde contava estes sentimentos para Renata, a garota se surpreendeu com a sugestão da amiga:

– Por que não cria uma conta, em um desses sites de fanfics? Comece a postar alguns textos de forma anônima.

A garota conhecia alguns destes sites, e já até havia lido contos postados neles. Porém nunca havia considerado escrever algo, realmente.

Contudo, Renata havia plantado uma semente, que começou a animar Oma.

Durante o caminho de volta para casa, após terem se separado de Renata, a garota compartilhou a ideia com o irmão:

– Sabe Glauco, a Renata me sugeriu começar a escrever em sites de fanfics…

– Fanfics… Acho que é só um nome bonito para contos eróticos. – Falou o rapaz.

A garota beliscou o braço do irmão dizendo:

– É porque você só procura esse tipo de coisa! Tem muita fanfic seria!

– Ai! Tá eu sei, só estou te provocando. Do mesmo jeito que eu gosto de musica, e gostaria de ter uma banda, você pode muito bem treinar sua escrita nesses sites. O bom é que no seu caso, é anônimo. – Concluiu Glauco.

Oma não havia se atentado, a questão do anonimato. Ela sabia que não poderia fazer nada ilegal, que na internet, tudo podia ser rastreado, contudo, mantendo-se na linha, podia contar com a proteção de um apelido estiloso.

Após almoçar a garota foi para seu quarto, fez os deveres correndo, e começou a pensar em um apelido.

De uma coisa ela sabia, começar a escrever para estes sites seria uma aventura, só que julgava o apelido Escritora Aventureira uma coisa estranha, apesar de gostar da palavra aventureira.

A palavra aventureira, lhe vez lembrar, do desenho infantil, Dora Aventureira. Com isso, resolveu substituir a palavra aventureira por Dora, pois o nome iria remete de alguma forma a animação,

Agora, só faltava algo que ligasse Oma ao apelido.

Andando em círculos no quarto, a garota, acabou se encarando no espelho. Foi justamente a falta de visão, que a fez ter o resto da ideia. Ele tinha cabelos azul claro, bem semelhantes ao azul que cobria suas córneas. Então, Dora Azul lhe veio a mente como uma solução formidável.

Agora, viria a parte mais dificil da história, escrever a historia.

Oma pensou no ocorrido dos últimos dias, então, resolveu escrever a história, de um jovem, que acaba roubando um celular na rua, apenas para mandar uma mensagem de amor anônima, para a jovem que gostava.

A garota ficou trabalhando o resto da tarde e o principio da noite na historia. Ela não escreveu o período todo, mas parou várias vezes para pensar e repensar os acontecimentos.

No fim, quando desceu para jantar, havia mandado o conto para Renata.

Antes de ir dormir, Oma, verificou a resposta da amiga:

– Você acha que a pessoa que vazou a minha foto, na verdade gosta de mim?

– Não, foi só uma ideia que tive. Se a pessoa que vazou sua foto gostasse de você ela não teria feito isso. – Disse Oma pelo Whatsapp.

– Achei a proposta interessante… Bizarra, mas interessante. Posta lá, e vamos ver o resultado. – Concluiu Renata.

Oma ligou o computador novamente, abriu o navegado, acessou o site Sakura Fanfics, criou a conta de Dora Azul, e postou o conto.

A garota ficou observando as estatísticas do conto, que não mudavam. Após tomar uma bronca da mãe, foi dormir, mas com dificuldades, pois estava ansiosa, para ver o que as pessoas diriam do escrito.


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