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A Guarda da Flor – Genesis 015 – Em Busca De Pégaso

dezembro 29, 2025
Por:
daniloferrari

Depois que acordaram, Péya disse que queria voltar para o local onde havia conhecido Sohac, e sido atacada por Pégaso.

O homem relutou, mas a égua explicou que acreditava que lá, podia reencontrar seu agressor.

A todo momento Péya transmitia sua vontade a Heleg, que também, não queria voltar para lá.

Após Sohac muito relutar a égua disse:

— Pégaso disse que foi adotado por Posseidon… Se eu, agora transformada for até ele, posso conhecer os deuses e aprender o suficiente para me vingar dele.

— Erm… Não sei… Sabe, eu não acredito na existência dos deuses. Acho essa ideia arriscada. Pégaso pode estar sendo enganado. – Expos Sohac.




— Por que você diz que os deuses não existem? – Questionou Péya.

— Se eles existissem, porque fariam humanos com defeito, assim como eu. – Explicou o homem.

Ele tinha uma boa justificativa, Péya admitia. Mas após alguns instantes refletindo falou:

— Se nós formos atrás de Pégaso, podemos descobrir. Digamos que os deuses existam, você vai poder perguntar isso para eles.

A proposta da égua pegou Sohac no contrapé. Ele pensou em falar novamente que o cavalo podia estar sendo enganado, porem a ideia de encarar os deuses foi mais tentadora.

Heleg, ficou assistindo sem demonstrar seus sentimentos. Agora que a amiga podia emitir sons humanos, ela se sentia excluída.

Minutos após a conversa, o trio já voltava para aquele belo local, onde as vidas dos três havia começado a mudar.

Sem descanso, eles demoraram dois dias e meio para chegar até o local. E lá, não encontraram Pégaso.

Sohac achou melhor que eles não fossem voando, pois podiam chamar muita atenção, e até serem atacados.

A égua achou mais seguro, pois ainda não tinha 100% de controle sobre sua habilidade de voar.

Percebendo que Heleg estava triste, Péya pediu a ela que voasse e procurasse por Pégaso.

A ave desafiou a égua, que transmitiu de volta o sentimento de que seria inseguro uma égua ficar voando por aí.

Um pouco irritada, a ave saiu voando, escaneando o céu.




Após um bom tempo, ela voltou sem ter achado uma pista se quer.

Péya transmitiu seus sentimentos de gratidão, o que acalmou mais a ave.

Nos dias que se seguiram, Péya dormiu próxima ao local onde o filhote havia sido enterrado por Sohac. Heleg escolheu a árvore mais alta para descansar, e Sohac, dormia a beira do lago.

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