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Mahou Tias 085 - Um Fim Inesperado

26/02/2025
Por Danilo Sanches Ferrari

- Como você sabia que eu estava aqui?! – Exclamou Raquel.

- Eu tava subindo com meu time, aí escutei duas explosões e coisas quebrando. Vim ver e achei você.

Raquel cerrou os dentes, rosnando. Mesmo sua aura escudo tendo segurado muito do dano, ela sabia que a mulher era quem mais facilmente havia derrotado seu bichinho.

Raquel ficou surpresa ao perceber que o cipó que segurava a sua mão vinha de uma árvore que estava atrás de Adubo.

Ao perceber que Raquel havia visto, adubo fez dezenas de árvores, pequenas e grandes, entrarem loja adentro.

A loja onde estavam também era uma loja de roupas, mas ainda não era a de Jat.

Adubo fez as árvores arremessarem cipós em Raquel, enrolando-a. No entanto, a bruxa usava sua aura para cortá-los. Isso aconteceu seis vezes.

Em vez de tentar segura-la, Adubo resolveu arremessá-la. No entanto, a bruxa também se desvencilhou e planou segura até o chão.

Percebendo a surpresa da oponente, Raquel fez uma série de gestos com as mãos, de onde saíam várias lâminas que iam cortando as árvores.

As onze primeiras árvores foram destruídas.

Adubo ficou assustada. Sabia que podia ser feita em pedaços se aquelas lâminas a atingissem.

Raquel atirou mais lâminas e Adubo se jogou no chão. Mais uma dezena de árvores foi destruída.

Adubo ordenou que as quarenta árvores restantes se espalhassem e cercassem Raquel.

Raquel foi disparando lâminas e destruindo as árvores. No entanto, essa tática a cansou.

Adubo fez as duas árvores que lhe restavam enrolarem a bruxa com seus cipós, dos quais ela se soltava, mas não mais com tanta agilidade.

Em um dado momento, uma das árvores conseguiu arremessar Raquel sobre um conjunto de araras. Quando a bruxa se levantou, estava com o nariz sangrando e torto.

Raquel também tinha pequenos cortes, arranhados e até queimaduras, que não haviam sido aparados por sua aura.

Controlar tantas árvores também foi minando a energia de Adubo. Ela fez as árvores restantes começarem a chicotear Raquel, que tinha que escolher entre ter uma aura ou uma arma, já que não tinha mais energias para manter os dois.

Raquel optou por uma espada e passou a cortar os cipós. Porém, as árvores criavam outros. Assim, árvores e bruxa iam duelando.

Depois de alguns minutos de duelo, as árvores haviam morrido. Adubo e Raquel estavam exauridas de seus poderes.

Raquel caminhou apressada na direção de Adubo, começando a socá-la. Adubo se defendia e tentava revidar, porém a bruxa era melhor.

Sangue começou a escorrer pelo rosto de Adubo, que se virou para correr, abrindo a guarda.

Raquel a agarrou, aplicando um mata-leão, até que Adubo sufocou e desmaiou. Mas a bruxa não soltou, ela continuou apertando.

Então, entrou, pela porta da loja um homem de estatura média, com cabelo cortado como uma tigela, trajando calça jeans, sem camisa, usando um colete vermelho e um cocar na cabeça. Ele trazia consigo um arco e uma aljava com flechas.

Ele se aproximou de Raquel, que afrouxou a pressão no pescoço de Adubo, perguntando:

- Quem é você? E o que quer?

- Mim Ganu… – Respondeu o homem.

Ganu rapidamente sacou uma flecha, colocou no arco e disparou atingindo o braço de Raquel, que largou Adubo e foi atingida mais duas vezes, uma no coração e outra na cabeça.

Quando Raquel caiu, Ganu estendeu a mão sobre ela, disparando chamas que começaram a queimar seu corpo.

Ganu afastou Adubo, que estava acordando, e cochichou em seu ouvido:

- Não tem honra em matar oponente dormindo. Você e suas amigas são as próximas.

Após soltar Adubo, ele voou para fora da loja e do shopping.

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