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Mahou Tias 087 - A Ideia De Adubo

05/03/2025
Por Danilo Sanches Ferrari

Os policiais que ficaram observando a batalha só tinham uma coisa em mente após seu termino. Eles foram felizes em não ter atacado a bruxa.

Eles tinham em mente que a mulher não temia suas balas, já que não estava escondida atrás de lugar nenhum. Além disso, a facilidade com a qual ela havia matado os reféns mostrou seu poder.

Fora tudo isso, haviam sido necessárias seis pessoas para derrotá-la.

Os soldados ficaram se perguntando: quem era o homem com flechas? Seria o índio que as mulheres haviam dito que chegaria?

Vitório, que estava entre os soldados que observaram a batalha, se aproximou de Adubo, que estava tonta, mas acordada, perguntando:

- Quem era o homem que te salvou?

Laura, que ficou observando de longe, se aproximou de Adubo explicando que era Ganu.

A guerreira das plantas transmitiu a mensagem para Vitório, que coçou a cabeça e foi verificar a integridade de Wind e Jat.

Enquanto isso, dois andares acima, outros soldados verificavam a situação de Faísca e Bolinha.

Sabendo que não teriam como fugir dali, Adubo contou aos policiais a seu redor que ninguém podia tentar descobrir suas identidades sem a autorização das cinco. Do contrário, quem descobrisse morreria, da mesma forma que aconteceu com o predecessor de Vitório.

A notícia se espalhou rápido, não só entre os policiais, mas também entre a imprensa, que divulgou para o mundo.

Na cabeça de Adubo, isso faria com que as pessoas evitassem de coletar o sangue dela e das outras Mahou Tias, para exames de DNA.

Exceto Adubo, todas as outras mulheres mágicas estavam sendo atendidas, praticamente à força.

Percebendo isso, Adubo lhes falou, pelo comunicador, que já havia contado sobre o motivo da morte do antigo comandante da polícia.

Elas não responderam, mas acabaram entendendo a ideia da companheira.

As cinco foram levadas para o hospital municipal, onde receberam socorro mais adequado.

Todas foram colocadas em um único quarto, que ficou cercado de policiais.

Aqueles que tomavam conta das supermulheres evitavam puxar conversa e até olhar para elas. Todos tinham medo de que suas veias da cabeça explodissem.

No dia seguinte, por volta da hora do almoço, Vitório entrou no quarto e falou para as cinco mulheres mágicas:

- — O juiz liberou vocês para ir embora assim que estiverem bem. A gente já sabe que vocês não mentiram quando falaram da morte do antigo comandante.

- — Vocês testaram!? — Se horrorizou Jat.

- — Sim… Usamos um cara que foi preso por assassinato, sequestro, estupro, pedofilia… Demos os vestígios de suas identidades para ele. Morreu depois de ler tudo.

As cinco ficaram sem reação. Vitório continuou.

- — Seria caro manter vocês presas. Vocês destruíram uma parede e dois pisos. Fora que ficou provado que nós não teríamos como vencer Raquel.

Os soldados que faziam a guarda abaixaram a cabeça, constrangidos. Vitório permaneceu falando:

- — No entanto, já que o juiz esta dando esse boi para vocês, ele me pediu para avisar para segurarem esse tal de Ganu. É a condição de sua liberdade.

As cinco se entreolharam e aceitaram a proposta. Afinal, elas sabiam que Vitório estava do lado delas e que, por meios legais, não havia muito o que ele podia fazer.

Os médicos estavam espantados com os poderes de cura que as mulheres mágicas tinham, pois desde o momento que elas haviam sido internadas até momentos após a saída de Vitório do quarto, todas já haviam se recuperado. Uma pessoa normal levaria uma semana para se curar.

Levando em conta a velocidade com a qual se curavam, elas teriam alta em dois dias.

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