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A Guarda da Flor – Genesis 33 – A Fuga

agosto 31, 2026
Por:
daniloferrari

Apolo reuniu os outros deuses e contou o que havia acontecido.

Eles decidiram, que agora, o melhor era eliminar Péya e Heleg, já que elas podiam estar mancomunadas com Sohac.

Posseidon se juntou a Apolo, e juntos foram até Pégaso.

Lá chamaram o animal de canto, enquanto a égua ainda treinava, e contaram o ocorrido.

Pégaso se enfureceu, indo com violência para cima da égua:

– Traidora! Aquele seu humano matou dois deuses! E você nem nos alertou! – Disse o cavalo.




Péya se assustou com a notícia, mais do que com o ataque do macho.

Os dois ficaram duelando, tentando acertar coices e mordidas um no outro.

Posseidon, ficou assistindo.

Apolo foi até Fênix, e também a chamando de canto, contou a ela sobre a traição de Sohac.

Heleg que havia percebido a movimentação, pausou seu treino e prestou a tenção na conversa.

Quando a ave mais velha veio até ela para ataca-la, Heleg se desviou e fugiu com facilidade:

— Péya! Você está sabendo do que Sohac fez? – Disse a ave telepaticamente para a amiga.

— Sim! Pégaso e eu estamos lutando. – Respondeu Péya.

As duas combinaram um ponto de encontro, para que fugissem juntas.

Quando Péya fugiu, Posseidon, montou Pégaso e saíram ao encalço da égua.

Aconteceu o mesmo com Heleg, Apolo montou Fênix, e saiu perseguindo a pequena ave.

As duas amigas se encontraram, e seguiram retas uma direção.

Elas tinham que se desviar dos ataques a distância, que Posseidon, Apolo e Fênix disparavam.




Pégaso assim como Péya estava aprendendo a dominar uma técnica de disparar um jato de luz branca pela boca.

Mas ambos ainda não dominavam a técnica.

A perseguição durou quatro dias. Todos estavam exaustos.

Então, um pilar de luz desceu de uma nuvem, envolvendo Péya e Heleg, as tirando da frente de seus perseguidores.

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