A Guarda da Flor – Genesis 33 – A Fuga
Apolo reuniu os outros deuses e contou o que havia acontecido.
Eles decidiram, que agora, o melhor era eliminar Péya e Heleg, já que elas podiam estar mancomunadas com Sohac.
Posseidon se juntou a Apolo, e juntos foram até Pégaso.
Lá chamaram o animal de canto, enquanto a égua ainda treinava, e contaram o ocorrido.
Pégaso se enfureceu, indo com violência para cima da égua:
– Traidora! Aquele seu humano matou dois deuses! E você nem nos alertou! – Disse o cavalo.
Péya se assustou com a notícia, mais do que com o ataque do macho.
Os dois ficaram duelando, tentando acertar coices e mordidas um no outro.
Posseidon, ficou assistindo.
Apolo foi até Fênix, e também a chamando de canto, contou a ela sobre a traição de Sohac.
Heleg que havia percebido a movimentação, pausou seu treino e prestou a tenção na conversa.
Quando a ave mais velha veio até ela para ataca-la, Heleg se desviou e fugiu com facilidade:
— Péya! Você está sabendo do que Sohac fez? – Disse a ave telepaticamente para a amiga.
— Sim! Pégaso e eu estamos lutando. – Respondeu Péya.
As duas combinaram um ponto de encontro, para que fugissem juntas.
Quando Péya fugiu, Posseidon, montou Pégaso e saíram ao encalço da égua.
Aconteceu o mesmo com Heleg, Apolo montou Fênix, e saiu perseguindo a pequena ave.
As duas amigas se encontraram, e seguiram retas uma direção.
Elas tinham que se desviar dos ataques a distância, que Posseidon, Apolo e Fênix disparavam.
Pégaso assim como Péya estava aprendendo a dominar uma técnica de disparar um jato de luz branca pela boca.
Mas ambos ainda não dominavam a técnica.
A perseguição durou quatro dias. Todos estavam exaustos.
Então, um pilar de luz desceu de uma nuvem, envolvendo Péya e Heleg, as tirando da frente de seus perseguidores.
